Com meta de zerar filas de consultas e cirurgias, Doria ampliará Corujão da Saúde

Imprensa - 10/01/2017

Prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB) durante entrevista ao jornalistas no Palácio do Planalto. Brasília, 25/10/2016 - Foto Orlando Brito

Brasília (DF) – Criado com o objetivo de zerar a fila por exames na cidade de São Paulo, o Corujão da Saúde terá duas novas versões. A gestão do prefeito João Doria (PSDB) prepara as novas etapas, que devem ser iniciadas após abril, quando a equipe do tucano prevê ter liquidado a lista de espera por exames, hoje de 485 mil pessoas. O programa será replicado para acelerar a realização de consultas médicas e cirurgias. As informações são do jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira (10).

De acordo com a reportagem, a expectativa é de que, com o diagnóstico em mãos, parte desse contingente terá que passar por consultas ou cirurgias para continuar o tratamento. Os novos “corujões” terão o objetivo de atender a essa demanda ampliada.

Ao contrário da versão original, as próximas etapas não deverão usar horários ociosos em clínicas e hospitais privados. A avaliação na prefeitura é que será possível atender a procura por especialistas na própria rede municipal. Para isso, os plantões nas unidades serão estendidos, de modo a cobrir o período entre as 18h e a meia-noite.

Segundo o jornal, o caso das cirurgias é considerado mais complexo e, por isso, a previsão é de que seja necessário ao menos um ano para zerar essa fila. Para alcançar esse objetivo, pacientes que necessitam de cirurgias mais complexas serão encaminhados a hospitais estaduais. Essas unidades, por sua vez, poderão encaminhar casos de menor gravidade à rede de atendimento municipal.

À frente dos “corujões”, o titular da Saúde na gestão Doria, Wilson Pollara, foi secretário-adjunto de David Uip, seu par no governo Geraldo Alckmin (PSDB).

Início

O Corujão para a fila de exames terá início oficial nesta terça (10). A promessa é marcar em até 90 dias os exames de quem estiver na fila, e realizá-los em até 30 dias. Hospitais e clínicas privados ou filantrópicos poderão aderir ao programa em qualquer momento ao longo desse período.

Clique aqui para ler a íntegra da matéria.

X
10/01/2017
Charges