Hauly recebe apoio de prefeitos para votação da reforma tributária

Notícias - 31/10/2018
Foto: Alexssandro Loyola

O deputado Luiz Carlos Hauly (PR)participou de reunião nesta terça-feira (30) na Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O tucano fez uma apresentação dos principais pontos da reforma tributária aos presidentes das entidades municipalistas dos 26 estados da federação.

O presidente da CNM, Glademir Aroldi, e o ex-Presidente Paulo Ziulkoski reiteraram o apoio à proposta que é relatada por Hauly na Câmara. “Eles estão animados, empenhados, estarão com o Presidente Michel Temer no dia 19 e também vão conversar com o presidente eleito Jair Bolsonaro”, relatou o deputado durante discurso em plenário.

O parlamentar colocou seu relatório à disposição dos líderes municipalistas e lembrou que a proposta está pronta e será uma grande conquista para o Brasil. “Essa proposta tem o consenso de todos os partidos políticos, de empresários, de trabalhadores, de profissionais liberais, dos estados, dos municípios e do interesse nacional”, reiterou.

Hauly defende que a apreciação da matéria ocorra ainda neste ano para que, a partir de 2019, o Congresso Nacional possa se debruçar sobre as leis complementares regulamentadoras do texto constitucional. Segundo o tucano, a proposta estabelece um modelo de arrecadação totalmente eletrônico e simples.

A proposta visa enxugar o sistema e torná-lo funcional, sem onerar as empresas, para que os empresários possam gerar mais empregos, pagar melhores salários e, com isso, aumentar a renda dos trabalhadores. O relator garante que a reforma representa mais de 50% da solução do problema econômico nacional.

Hauly sugere uma reforma que reduza a quantidade de impostos, unindo nove tributos em apenas um imposto de valor agregado, com uma cobrança nacional e simples, com sistema totalmente eletrônico. A medida representaria desburocratização, simplificação, modernização e redução da sonegação. A proposta desonera os que ganham menos, pois reduz os impostos sobre consumo, com medidas como imposto zero sobre alimentos e medicamentos.

Do PSDB na Câmara

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31/10/2018
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