Para Tebaldi, reestruturação do BB se deve às gestões irresponsáveis dos governos petistas

Imprensa - 12/12/2016

marco-tebaldi-foto-alexssandro-loyolaA recessão do país e o rombo nos fundos de pensão deixados pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff obrigaram ao Banco do Brasil a promover o maior programa de incentivo à aposentadoria de sua história. De acordo com matéria do jornal Correio Braziliense desta segunda-feira (12), o banco conseguiu a adesão de 9,4 mil funcionários e suspendeu os concursos públicos por tempo indeterminado, além de ter fechado mais de 400 agências em todo país.

Em entrevista ao jornal, o presidente do BB, Paulo Rogério Caffarelli, afirmou que a economia com a folha de salários será de R$ 2,3 bilhões por ano – quantia que, somada à redução de custos de R$ 750 milhões com o fechamento das agências, chegará a quase R$ 3,1 bilhões. No entanto, ainda assim o BB terá o grande desafio de realocar os 9,3 mil empregados que tiveram os cargos extintos devido ao enxugamento de postos de atendimento. Além disso, o banco deverá cumprir as exigências de ajustes fiscais do Banco Central: aumentar seu capital de segurança, hoje de 9,07%, para 9,5% do patrimônio até 2019.

Para o deputado federal Marco Tebaldi (PSDB-SC), a reestruturação da instituição financeira é necessária diante das gestões irresponsáveis dos governos dos ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. “Essas medidas são necessárias, precisa-se fazer ajustes, consertar o estrago que foi feito durante esses 13 anos do governo do PT para o país voltar a crescer. Não adianta manter uma fachada e deixar avançar o rombo no banco até quebrar, como o país foi deixado. Acho que as medidas da presidência do Banco do Brasil estão certas em reduzir as agências e o quadro funcional, não contratar mais e enxugar para se adequar a suas despesas”, disse o parlamentar.

O tucano defende que outras instituições públicas deveriam seguir o mesmo exemplo do BB em reavaliar sua estrutura e tentar reerguer após era PT. “Acho que são medidas bem-vindas. A exemplo do Banco do Brasil, deveriam fazer isso outras instituições públicas que o PT quebrou, como os Correios, a Petrobras, a Eletrobras e a Caixa Econômica Federal”, avaliou.

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12/12/2016
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