Tereza Nelma pretende continuar lutando pelos Direitos Humanos e pela melhoria da qualidade de vida dos alagoanos

Notícias - 17/09/2018

Candidata a deputada federal por Alagoas, Tereza Nelma é psicóloga e especialista em educação especial. Nascida em Arapiraca (AL), construiu sua trajetória política na capital, Maceió. Sempre levantou a bandeira dos direitos humanos e a defesa das minorias, como as pessoas com deficiência, mulheres e idosos, com os quais desenvolve ações há mais de 35 anos.

Exerce hoje seu quarto mandato consecutivo como vereadora na Câmara Municipal de Maceió, obtendo sempre uma votação crescente em cada eleição. Em outubro de 2016 foi a vereadora mais votada dentre as capitais brasileiras e a segunda mais votada dentre todos os candidatos, com 15 mil votos. Resultado que traduz o apoio à sua atuação filantrópica fora da Câmara, além do reconhecimento pelo exercício responsável do mandato, sempre visando melhorar a qualidade de vida da sociedade.

Tereza Nelma já venceu quatro tipos de cânceres diferentes. No último deles, o de mama, a fez firmar um compromisso que, caso se recuperasse, criaria uma casa para prestar apoio e assistência para outras mulheres com câncer. E assim foi feito. Hoje, a Casa Rosa já atendeu mais de seis mil mulheres, gratuitamente, oferecendo especialidades como mastologia, ginecologia, fisioterapia e psicologia.

Sempre prezando pelo respeito e a vida, ao longo dos anos Tereza desenvolveu um forte elo com várias instituições e associações que tiveram sua contribuição na fundação, nas mais diversas áreas dos direitos humanos. Seu trabalho a fez reconhecida nacionalmente como um exemplo de mulher guerreira. Em 2015, Tereza Nelma recebeu no Congresso Nacional o prêmio “Brasil Mais Inclusão”, que reconhece ações de destaque na promoção da inclusão social, em todo o Brasil.

Como vereadora por Maceió, possui pelo menos 145 leis de sua autoria. Sem contar outras centenas de indicações e ações parlamentares, que contribuem para a ampliação de políticas públicas mais enfáticas.

Reportagem Tainã Gomes de Matos

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17/09/2018
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