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Juventude no governo FHC
Programas realizados durante os 08 anos do governo FHC
Os números e os resultados demonstram o avanço que o Brasil obteve durante os 8 anos de Governo FHC. É inegável a conquista da estabilidade econômica e social em nossa nação, bem como o desenvolvimento da sociedade.
Outra grande conquista foi a revitalização do Estado Brasileiro que não era capaz de garantir o desenvolvimento para a minoria, como fizera no passado, nem os direitos da maioria garantidos pela nova Constituição.
A Juventude no Governo FHC teve grandes conquistas como a inclusão social, o acesso a educação e profissionalização. Veja a seguir alguns programas do Governo FHC que atenderam diretamente a Juventude brasileira:
- PROGRAMA AGENTE JOVEM DO DESENVOLVIMENTO:
Programa de atendimento aos Jovens de 15 a 17 anos em situação de vulnerabilidade e risco social, por meio de benefício mensal de R$ 65,00, por seis meses.
Este programa atendeu cerca de 105 mil jovens oriundos das comunidades pobres, no qual repassaram seus conhecimentos adquiridos para as comunidades onde vivem
- UNIVERSIDADE SOLIDÁRIA:
O Programa Universidade Solidária (UniSol) foi criado em 1995 e mobiliza universitários para trabalhar em comunidades pobres. O UniSol já envolveu 180 instituições de ensino superior em 910 municípios. Em 2001, foram 4.500 universitários, que atuaram em 250 municípios beneficiados. Até o final de 2002, 17.210 estudantes universitários participaram do UniSol.
Neste Programa os jovens Universitários trocam experiências com a população que resulta na formação de uma rede de agentes locais com maior capacidade para enfrentar os desafios do município onde vivem. A busca pelo desenvolvimento sustentável, de novas formas de organização e de soluções para os problemas também caracteriza as atividades em cada área focada.
- CAPACITAÇÃO SOLIDÁRIA
O Programa de Capacitação (CapaSol), foi criado em 1996 a fim de financiar cursos de qualificação profissional para jovens de 16 a 21 anos, de baixas escolaridades e renda, com restrito acesso a programas educativos de formação e treinamento profissional. Outro objetivo é trabalhar pelo fortalecimento das organizações da sociedade civil.
Entre os anos de 1996 e 2001, o programa fez parcerias com 2.342 ONG´s, capacitando mais de 115 mil jovens em 09 regiões metropolitanas no país. São elas: Recife, Fortaleza, Aracaju, Belém, São Paulo, Salvador, Porto Alegre e Rio de Janeiro.
No início de 2001, o CapaSol foi convidado pela Secretaria de Assistência Social do Governo Federal a participar do Programa PORTAL DO ALVORADA, parte integrante do Projeto Alvorada, para estruturar o curso de Desenvolvimentos de Habilidades Interpessoais e Administrativas e até, o fim do ano de 2002, ministrou cerca de 87 cursos para 3.224 participantes jovens, de 225 municípios das Regiões Norte e Nordeste, onde a pobreza é maior.
- REDE JOVEM: ABRINDO AS ROTAS DA Internet
Em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, o Projeto Rede Jovem, destina-se a jovens, especialmente aqueles em situação de risco social. Por meio da informática e da Internet, busca valorizar e fortalecer suas formas de expressão, criatividade e participação na sociedade.
Este Programa tem como grande atração o Espaço Jovem, um local com computadores ligados a Internet. Ali, os participantes encontravam alternativas de lazer, aprendizado, conhecimento, perspectivas profissionais e estímulos à criatividade e ao convívio social. São utilizados websites que funcionam como um meio de animação e integração virtual entre os jovens. Do público-alvo, fazem parte jovens de baixa renda que não tem a acesso a Internet, mas que tem condições de ampliar, pela via virtual, seus contatos e a troca de informações relevantes sobre a súde, direitos e formação.
- EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: EM BUSCA DE UM BRASIL MAIS COMPETITIVO
O Censo da Educação Profissional, realizado em 1999, apontou 3.948 escolas e instituições que já ofereciam cursos básicos, técnicos e tecnológicos (escolas técnicas federais, estaduais e municipais). Havia 2,8 milhões de estudantes matriculados, a maior parte do nível básico (71,5%) em cursos de curta duração. Coube ao Programa de Expansão da Educação Profissional (Proep) preparar o estudante para o mercado de trabalho altamente competitivo. O objetivo direto era corrigir um sistema que privilegiava a classe média e formava profissionais fora da realidade do mercado.
Este programa foi criado em 1997 e deveria ser desenvolvido até até 2003, pois dispunha cerca de R$ 500 milhões, dos quais cerca de R$ 250 milhões eram provenientes do BID.
- ENSINO SUPERIOR RETOMA A EXPANSÃO
No Governo FHC, o Ensino Superior venceu o grande desafio de garantir com qualidade a expansão e a diversificação do sistema, em um mundo que exige cada vez mais as ferramentas do conhecimento. A expansão foi retomada após um longo período de baixo crescimento no número de alunos matriculados. Entre 1994 e 2000, foram agregados mais de um milhão de novos alunos. Veja no quadro abaixo o ritmo de crescimento das matriculas no Ensino Superior Brasileiro:
| EXPANSÃO DAS MATRÍCULAS NOS CURSOS DE
GRADUAÇÃO |
| Período |
Total |
IES
Públicas |
IES
Federais |
IES |
|
Privadas
| Antes de
1994 |
1,7 milhão |
690 mil |
364 mil |
971 mil |
| Depois de 2000 |
2,7 milhão |
887 mil |
483 mil |
1,8 milhão |
| Crescimento |
62% |
29% |
33% |
86% |
Fonte: MEC/Inep/Seec
Algumas características básicas da expansão:
-O setor privado teve um papel fundamental com a oferta de cursos como Administração, Direito, Comunicação, Economia e Ciências Contábeis;
-A Avaliação de Desempenho criada no Governo FHC, sagrou-se como instrumento pela qual a sociedade acompanha a qualidade do ensino oferecido nas Instituições de Ensino Superior;
-A matrícula nas Universidades Federais obteve um crescimento superior ao período anterior ao Governo FHC;
Neste período houve também um aumento significativo dos concluintes no Ensino Superior, veja a tabela abaixo e compare o aumento:
| CONCLUINTES DO ENSINO
SUPERIOR |
| Total |
IES Públicas |
IES Federais |
IES |
|
Públicas
| 1994> |
246 mil |
88 mil |
43 mil |
158 mil |
| 1999 |
325 mil |
112 mil |
59 mil |
212 mil |
| Crescimento |
32% |
28% |
38% |
34% |
Fonte: MEC/Inep/Seec
- COMBATE À AIDS: RECONHECIMENTO INTERNACIONAL:
O Governo FHC implementou um código de ética no combate a AIDS no Brasil. A eficácia das políticas do Governo FHC no combate a Aids é até hoje reconhecida internacionalmente e serve de modelo de ação bem-sucedida na prevenção, no controle e na assistência aos portadores de HIV.
Entre os anos de 1995 e 1999, as taxas de mortes em decorrência da AIDS caiu de 12 por mil habitantes em 1995, para .6 por mil habitantes em 1999. A partir de 1996, as taxas de incidência dos casos de AIDS começaram a apresentar uma estabilização em torno de 14,5 casos por mil habitantes. No fim da década passada foi percebidop um decréscimo da incidência da doença. Entre 1999 e 2000, a taxa de 13,6 casos por mil habitantes caiu para 12,4 casos.
A população mais atingida pela doenças sexualmente transmissíveis são os jovens e o Governo FHC teve uma preocupação em diminuir os casos bem como melhorar a qualidade de vida da Juventude Brasielira.
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