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Um ano após o impeachment, economia dá sinais de recuperação

1 de setembro de 2017
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Brasília (DF) – Um ano após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, que pôs um fim a um ciclo de 13 anos de desgoverno do Partido dos Trabalhadores no comando do país, o Brasil se recupera dos estragos feitos pelos seus antigos governantes. A economia, por exemplo, tem dado sinais de melhora após afundar nos últimos dois anos – numa consequência direta da má gestão de Dilma no comando do país. O desemprego recorde também disparou nesse período, em razão da forte crise econômica que atingiu toda a população. Nesse cenário, a inflação galopante deixada por Dilma contribuiu para o Brasil viver um de seus piores momentos na economia da história.

Para o senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), a economia é, sem dúvidas, o setor que mais sofreu com a má gestão petista – mas que vem se recuperando após o fim da era PT.

“No cenário econômico, nós tínhamos uma taxa de juros, a Selic, de 14,25%. Hoje, ela está em 9,25% ao ano, e deve chegar a 7% no final do ano. Tínhamos uma inflação de 10,67%, e hoje temos uma inflação de 2,71%, nos doze últimos meses. Estávamos perdendo algo em torno de R$ 50 bilhões de caderneta de poupança. Hoje, nós estamos com superávit, com positivo de mais de R$ 10 bilhões de caderneta de poupança. O swap cambial naquela época do governo petista, nós perdemos só em 2015 R$ 89 bilhões. Hoje, estamos com um superávit de mais de R$ 30 bilhões”, elencou o tucano.

Os exemplos não param por aí. De acordo com dados da Pnad Contínua, divulgados nesta quinta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego no trimestre encerrado em julho caiu para 12,8% – o que comprova o quanto foi necessário o afastamento de Dilma da Presidência da República.

“O desemprego estava em alta, e hoje está decrescendo. Estamos com 12,8% de desemprego, mas pegamos a taxa de desemprego em 13,3% no Brasil. Só neste ano, já foram criados mais de 115 mil postos de emprego”, ilustrou o senador Ataídes.

“Isso é só para se ter uma noção do que era o governo anterior, em comparação ao governo hoje. Os juros da dívida estavam em torno de R$ 500 bilhões ao ano. Já caíram para cerca de R$ 300 bilhões. A Petrobras, que foi destruída na gestão petista, está sendo restabelecida. Ou seja, o Brasil mudou, e mudou muito. Do pior que estava para o melhor. Estamos falando em um crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] esse ano de algo em torno de 1,5 pontos percentuais. Tivemos uma retração em 2015 em torno de 4%. Em 2016, de -3,6%”, acrescentou.

Perspectivas

Para o tucano, o Brasil está em um patamar muito melhor do que o deixado pela gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. Com a aprovação das reformas capitaneadas pelo PSDB no Congresso Nacional, as perspectivas são positivas. “Não há dúvidas de que o PSDB ter feito parte desse protagonismo que tirou esse governo do PT do poder foi um grande negócio para o país, sem sombra de dúvidas”, destacou.

O estrago deixado por Dilma foi tão grande que o próprio PT ainda não sabe o que fazer com a petista. É o que revela reportagem publicada nesta quinta-feira (31) pelo jornal O Estado de S. Paulo. Segundo o texto, a ex-presidente cassada é vista por setores de seu partido como uma página a ser virada. Nem mesmo uma possível candidatura da petista ao Senado ou à Câmara é vista com bons olhos por alguns de seus companheiros.

“Com relação à Dilma, se o PT não sabe o que fazer com ela, imagina nós? O Lula criou, que ele tome conta dela”, afirmou Ataídes.

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