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“O modelo de gestão que Minas oferece para o Brasil”, artigo de Domingos Sávio

6 de dezembro de 2012
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Artigo do deputado federal Domingos Sávio (PSDB-MG) publicado na edição desta quinta-feira (6) no jornal Brasil Econômico

Este jornal trouxe artigo de Rodrigo Sias, com análise da política brasileira. O texto fornece uma boa oportunidade para abordarmos as raízes de uma possível candidatura do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à Presidência da República. O autor afirma que “Aécio só teria força na disputa nacional por conta de seu sobrenome marcante e do regionalismo mineiro, que sonha em colocar novamente um presidente no Planalto”. Por que reduzir a mero bairrismo a pretensão dos mineiros em apresentar à Nação um candidato a presidente da República?

É como dizer: os paulistas e os fluminenses podem, pois são cosmopolitas, universais e cidadãos do mundo, enquanto os mineiros – e por extensão o resto do Brasil – devem ficar quietos em seu quintal provinciano. O crescente movimento em favor de uma candidatura de Aécio Neves ao Planalto resulta, antes de mais nada, no sucesso de um modelo de administração pública implantado em Minas, que teve no Choque de Gestão sua principal marca. Aécio Neves sempre teve altíssimo índice de aprovação, tendo sido indicado como melhor governador do país.

Com Aécio, Minas fez uma revolução na educação, se tornou o primeiro estado brasileiro a implantar o ensino fundamental de nove anos e, hoje, os alunos mineiros são os melhores do país. Recentemente, o IBGE divulgou dados que revelam que entre 2002 e 2010, Minas foi o estado que mais ampliou a sua participação no PIB nacional, além de ter antecipado o cumprimento das metas sociais fixadas pela ONU. Tudo sempre com transparência, limitando a margem para a corrupção por meio de iniciativas como a criação de auditorias preventivas e a exigência de que determinados cargos só possam ser ocupados por pessoas previamente certificadas pela Universidade Federal de Minas Gerais, impedindo o aparelhamento da máquina.

É esse modelo que os mineiros querem compartilhar com o restante dos brasileiros, sob a liderança de Aécio Neves. Nada há de “regionalismo” nisso. Pelo contrário, o Banco Mundial reconheceu a experiência mineira e a apresentou para especialistas do mundo inteiro. Além de tudo isso, é no mínimo um tropeço nos fatos associar a projeção nacional de Aécio Neves ao fato de ser neto do ex-presidente Tancredo Neves.

Aécio teve quatro mandatos como deputado federal. Chegou a exercer o cargo de presidente da Câmara quando foi implantado o chamado Pacote Ético e votado o fim da imunidade parlamentar para crimes comuns. Foi líder do PSDB na Casa por quatro vezes. Governou Minas por dois mandatos consecutivos e elegeu-se senador pelo seu estado. Obteve resultados eleitorais nunca alcançados por qualquer político em Minas. Recebeu nada menos que 77% dos votos válidos na reeleição para o governo do estado e é conhecido o seu papel nas eleições de Antonio Anastasia e Marcio Lacerda.

Nos anos como governador, sempre teve altíssimo índice de aprovação, tendo sido indicado pelo Datafolha e pela Macroplan, essa em pesquisa exclusiva com jornalistas, como o melhor governador do país. A essa biografia incomum soma-se uma constatação: Minas não cultiva o bairrismo, mas tem motivos de sobra para se orgulhar da sua história. E do seu futuro.

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