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Eleitores julgarão os candidatos pela história não por “falsos discursos”, diz Bruno Araújo

14 de setembro de 2018
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Fotos: Mauro Filho

O candidato a senador pela coligação “Pernambuco Vai Mudar”, Bruno Araújo (PSDB), defendeu nesta sexta-feira (14/09) que os eleitores estejam atentos à história dos postulantes ao cargo nessas eleições, antes de fazerem suas escolhas. Lembrou o tucano, que o momento é a grande oportunidade de os pernambucanos comparar quem tem serviço prestado ao Estado e não se deixar levar por discursos falsos que “só procuram manipular e confundir” o eleitor.

“As pessoas têm, sobretudo nas eleições, a oportunidade de comparar. Todos conhecem minha vida pública ao longo desses 20 anos. Duas vezes deputado estadual, três vezes federal, mas isso não é só uma porção de títulos, de eleições. Tenho a grande alegria de como ministro ter entregue em Caruaru mais de 3.890 casas, mais de 400 na zona rural, além dos 10 milhões de reais que viabilizei para requalificação da feira da cidade. Levei mais de 150 milhões de reais em investimentos, além da liberação do empréstimo de mais de 80 milhões que servirão para requalificar o centro de Caruaru. Então a população terá a oportunidade de comparar”, sugeriu, em entrevista a Rádio Liberdade com sede no município.

Bruno Araújo lembrou ainda de suas iniciativas no Legislativo. Como deputado, o tucano é autor da Lei que gerencia todos as pesquisas em ciência e tecnologia no Brasil. É autor da nova Lei de regularização fundiária que permitiu a entrega de escrituras às pessoas que mais precisam. E também criou a Lei que acabou com os impostos nos alimentos da Cesta Básica.

“Tenho uma longa lista de serviços prestados tanto no Legislativo quanto no Executivo e é isso que eu gostaria que os pernambucanos comparassem. O Agreste foi atendida não apenas com obras, com casas, com estrutura de calçamento que eu levei como ministro, como também foi beneficiada com emendas parlamentares minhas como deputado e como legislador fiz leis que melhoraram a vida das pessoas. Já se buscarmos o que o ex-governador Jarbas Vasconcelos fez como deputado não há uma única emenda para Caruaru, por exemplo, onde ele foi mais votado na última eleição. E se formos para o ex-ministro Humberto Costa, que foi ministro da saúde num período de bonança, com tantos recursos, não há um único hospital em Pernambuco”.

Abaixo, a entrevista:

Você acha que está tudo uma maravilha em Pernambuco?

“Se os pernambucanos acharem que está tudo muito bem, que a segurança está uma maravilha, que na saúde todo mundo está sendo bem tratado nos hospitais, que é tranquilo agendar hoje uma consulta médica, está tudo certo, é votar de novo em Paulo Câmara. Se os pernambucanos olharem no horizonte e enxergarem que há uma esperança, uma oportunidade para um novo governante ele vai votar em Armando, Bruno e Mendonça. Sou senador com minha história, pelo que fiz para o Estado, e fiz meu trabalho como deputado fazendo leis que ajudam a vida das pessoas. É sob essa ótica que a população vai nos julgar.”

“Fui ministro para servir o Brasil e, de modo especial, Pernambuco”

“Quem me conhece sabe que Bruno é Bruno, tenho uma vida construída com independência. Fui chamado para ajudar o Brasil, de modo especial Pernambuco, num momento muito difícil. E todas as vezes que me chamarem para uma função como essa, eu estou pronto. Esses discursos (de vinculá-lo a Temer) só procuram manipular e confundir. Eu não tenho nenhuma contradição com Mendonça Filho, nós temos coerência. Agora Jarbas, que a última obra que fez foi há 12 anos, e foi recompensado pelos pernambucanos com os mandatos de senador e de deputado, é do partido de Temer. Recebeu quase 2 milhões de reais do partido do Temer para sua campanha. Humberto Costa, que tirou Marília Arraes da campanha para governador, se juntou com Jarbas e com o PMDB. Humberto se juntou com Paulo Câmara que mandou seus deputados para Brasília para tirar Dilma da presidência. Então, é um discurso falso, o PT se junta com o PMDB de Temer que tirou a Dilma e participa da mesma aliança de Paulo Câmara que participou do afastamento da Dilma. Essa é a grande incoerência, daqueles que se escondem dentro da mesma aliança.

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