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“Vou trabalhar por um projeto que nos proteja do PT”, diz Bruno Araújo

8 de outubro de 2018
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O presidente do PSDB de Pernambuco, Bruno Araújo, avaliou como positiva sua participação pela primeira vez numa disputa majoritária como candidato ao Senado.

Embora tenha ingressado numa “conjuntura bem mais difícil”, o tucano considerou que essa eleição lhe proporcionou a “oportunidade de se fazer conhecido por milhões de pernambucanos que ainda não conheciam meu trabalho e dedicação ao longo desses 20 anos e tudo que eu pude trazer para Pernambuco também como ministro”.

“Muitos não entenderam de eu deixar uma eleição para deputado federal, tida como certa, para entrar numa conjuntura bem mais difícil. É simples, eu já tinha feito um trabalho na Câmara e ajudado Pernambuco. Essa era uma oportunidade de, pela primeira vez como candidato majoritário, me fazer conhecido por milhões de pernambucanos que ainda não conheciam meu trabalho e dedicação ao longo desses 20 anos e tudo que eu pude trazer para Pernambuco como ministro. Saímos dessa eleição muito maior do que entramos. É isso que vale”.

Bruno Araújo desejou aos eleitos (Governo e Senado) que “cumpram bem o seu papel de cuidar da vida dos pernambucanos e do país. “Que eles possam cumprir, nessa missão que receberam das urnas, tudo que esperamos. Esteja eu onde estiver, continuarei fiel às minhas crenças e à minha paixão pelo Brasil e de modo especial por Pernambuco”.

Foto: Mauro Filho/PSDB/PE

O presidente do PSDB-PE antecipou o posicionamento que irá defender junto ao partido na eleição presidencial de segundo turno.

“Combati o PT ao longo de 12 anos na Câmara Federal. Eu sei do mal que eles fizeram ao país. Trabalharei para Jair Bolsonaro, impedindo que o PT volte ao governo federal. Vamos continuar nas estradas da vida, conversando sobre o Brasil e sobre Pernambuco, o Estado que eu amo e ao qual dediquei tanto tempo da minha vida”.

Em entrevista, ao ser indagado se o “lulismo” pode ter sido um componente decisivo para que não se elegesse ao Senado, Bruno pontuou ter sido o único candidato “que se marcou pelo duro discurso ao PT”.

Ressaltou que já veio para a eleição com o firme propósito de “segmentar politicamente seu eleitorado com essa compreensão ideológica” que cresceu ao longo da eleição, sobretudo nas últimas semanas.

“O lulismo ainda é presente em Pernambuco. Mas agora, está carcomido por outro movimento ideológico. Hoje o lulismo não é mais suficiente. Eu sempre fiz oposição ao PT, inclusive quando o PT tinha 80% de aprovação. Participei ativamente do processo de impeachment da ex-presidente Dilma. Vou apoiar e atuar no meu partido para ter o maior número de adesões ao candidato Jair Bolsonaro. Vou trabalhar por um projeto que nos proteja do PT”.

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