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Napoleão e Mariani se comprometem com as bandeiras da indústria

14 de agosto de 2018
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Reduzir o tamanho do Estado, buscar uma gestão eficiente, não aumentar impostos e melhorar a infraestrutura foram alguns dos principais pleitos apresentados pela Federação das Indústrias (Fiesc), nesta terça-feira, aos candidatos Mauro Mariani (MDB) e Napoleão Bernardes (PSDB), da coligação Santa Catarina Quer Mais. Recém-empossado presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar ressaltou que a indústria representa 30% do PIB catarinense e precisa ser ouvida pelos candidatos ao governo.
Empresário de origem, Mariani se comprometeu com as demandas do setor, em especial na busca pela realização de obras estruturantes, tanto na esfera estadual quanto na federal, utilizando o peso político de governador. Citou como exemplo a ferrovia Norte-Sul.
“Essa é uma obra que vai facilitar a logística do transporte de grãos que alimenta o nosso agronegócio, ligando também os nossos portos. Tem de ser a prioridade número um”, disse Mariani.
O Tucano Napoleão Bernardes defendeu a necessidade de se frear o processo de desindustrialização pelo qual passa o Brasil, uma vez que o setor é um dos maiores empregadores e responde por fatia significativa da economia catarinense.
“A indústria movimenta a economia e gera emprego no Estado. É um setor que necessita de um cuidado especial por parte do governo. E viemos aqui para garantir esse compromisso”, disse o candidato a vice-governador.

Educação em foco

Filho de professora, Mauro Mariani ainda alertou sobre a necessidade de o Estado dar uma atenção especial ao Ensino Médio e falou da importância de alinhar o trabalho com a Fiesc. Segundo o emedebista, é fundamental avançar no ensino em tempo integral e profissionalizante, tornando a sala de aula mais atraente aos estudantes.
“Mais de 70 mil jovens estão fora da sala de aula em Santa Catarina. Nosso ensino fundamental é bem feito pelos municípios, mas quando chega no Estado a educação falha. São os profissionais do futuro, que serão pais de famílias daqui a dez anos. Sem perspectivas, muitos acabarão buscando o caminho do crime. Por isso é nossa responsabilidade enfrentar essa questão”, disse o deputado.

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