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Zona rural de Jaboatão contempla várias ações de incentivo à agricultura

20 de fevereiro de 2013
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Parceria para cultivo de macaxeira, peixes e mel são algumas de destaque na região

Parceria para cultivo de macaxeira, peixes e mel são algumas de destaque na região

Jaboatão dos Guararapes – São 45% do território, com uma assessoria especial para tratar as ações de desenvolvimento no município. Assim é a Zona Rural de Jaboatão, que possui diversos projetos de incentivo no cultivo e aproveitamento do solo. Algumas frentes vêm ganhando força na gestão. O cultivo de peixes em tanques de água doce, a Piscicultura, e a plantação de hortaliças, macaxeira e inhame são algumas delas. Para acompanhar de perto as ações, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Luiz Carlos Matos, juntou sua equipe técnica e na manhã de hoje, terça-feira (19/02), visitou dois locais, os Engenhos Macujé e Camaço.

“Viemos ver como estão funcionando esses projetos, que são coordenados pelo engenheiro agrônomo e assessor especial de estrutura e atividades rurais, Marcos Marinho”, disse o secretário. No Engenho Macujé, a Piscicultura e a produção de hortaliças no sistema de Mandala são desenvolvidas no mesmo local. “O sistema de Mandala consiste na criação integrada de pequenos animais e hortaliças. É um sistema sustentável onde se aproveitam todos os recursos naturais dentro da produção. Por exemplo, o esterco da galinha é usado para adubar a plantação. O projeto do sistema Mandala é uma parceria da prefeitura com Instituto de Pesquisa Agropecuária de Pernambuco, o IPA. A gestão oferece o apoio de infraestrutura e insumos e o instituto é responsável pela tecnologia”, explicou Marcos Marinho.

“Quando começamos, aqui era um trabalho de reforma agrária, de tornar o solo produtivo. Era uma ação do Governo Federal, mas que foi esquecida, como um pai que abandona um filho. Aí a gestão de Elias Gomes abraçou a causa e vem dando ênfase na questão agrária. Hoje, a mecanização, cedida pela prefeitura, e o incentivo à semente, mudaram o cenário. Antes era serviço rústico, com a enxada. Levava muito tempo para preparar o solo”, falou Carlos Veríssimo Cavalcante proprietário de terras há 12 anos em Camaço, onde cultiva macaxeira e está expandido a plantação.

Outro agricultor que está aproveitando a oportunidade dos projetos na zona rural é José Vieira de Miranda, de 56 anos. “Sempre gostei de peixe. Os dois tanques aqui têm quase um ano. Quero aumentar a produção para comercializar e fazer o mesmo com as abelhas, que é minha paixão desde menino. Quando pequeno, pegava caixas de madeira de tomate, desmontava e colocava as abelhas lá dentro. Minha mãe brigava comigo porque a casa era pequena e elas, assustadas com o movimento por perto, atacavam. Era confusão ”, lembra o agricultor.

Peixes
O projeto da Piscicultura existe em Jaboatão desde o começo da primeira gestão de Elias Gomes, quando foi absorvido o material do projeto Fome Zero, do Ministério de Desenvolvimento Social. “Desde então estamos implantando nas comunidades rurais do município, a exemplo de Duas Unas, Camaço, Macujé e a próxima será Cova de Onça. No total são 20 tanques do projeto”, revela o coordenador de atividades rurais Antônio Muniz Nunes Júnior.

No caso do Engenho Macujé, a prefeitura repassou cinco mil alevinos, ou seja, filhotes de peixe, para serem distribuídos nos sete tanques-redes do local, com a perspectiva de ter algo em torno de 600 kgs por tanque, após o ciclo de sete a oito meses. A alimentação é feita com ração e deve obedecer às fases. A ração inicial tem 32% de proteína, a intermediária em torno de 30% e a final, que é de engorda, 28%. Em março os peixes de Macujé devem estar prontos para a despesca. Tilápia e Tabamqui são as espécies cultivas.

Do Portal da Prefeitura de Jaboatão dos Guararapes

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