Desemprego bate novo recorde e atinge 11,6% no trimestre encerrado em julho

É o maior nível já registrado pela série histórica do IBGE. Número de desempregados subiu cerca de 37% em relação a 2015

Notícias - 30/08/2016

desemprego - economia FOTO EBCNo trimestre encerrado em julho, o desemprego no Brasil ficou em 11,6%, segundo o IBGE. É o maior nível  já registrado pela série histórica do levantamento, que teve início em janeiro de 2012. Em relação ao mesmo período de 2015, o número de desempregados subiu cerca de  37%, como mostra reportagem publicada nesta terça-feira (30) pelo Portal G1.

O número de pessoas com carteira de trabalho voltou ao mesmo patamar do ano de 2012. O rendimento médio dos trabalhadores também encolheu, ficando  em R$ 1.985. Em termos percentuais, os índices atuais fazem com que o Brasil seja o 7° do mundo em desemprego, segundo ranking global elaborado pela agência de classificação de risco brasileira. A maior taxa do mundo é da África do Sul com 26,6% da população em situação de desemprego.

O deputado federal Eduardo Cury (PSDB-SP) lamenta os dados e aponta a gestão petista como responsável pela situação. “Infelizmente, mais um dado triste. 11,6% de taxa de desemprego, mais um legado do governo do PT que reflete todas as mentiras e a má gestão da economia, que foi feita de um jeito simplesmente para ganhar eleição. Jogando milhões de brasileiros no desemprego e numa situação  de desespero. Nós precisamos terminar o processo de impeachment. Na sequência, aprovar as reformas para que o Estado brasileiro seja mais enxuto.”

Eduardo Cury defende uma reforma na iniciativa privada após a conclusão do processo de impeachment. “Nós precisamos fazer com que o setor produtivo cresça. Que tenha liberdade para empreender, que o governo saia da sua frente. Aí sim nós vamos gerar emprego e vai melhorar a vida das pessoas. Esse modo do PT governar, de inchar a máquina, na verdade sacrifica aqueles que pagam impostos, tirando a capacidade de investir e gerar milhões de empregos.”

Clique aqui para ler a íntegra da reportagem do G1.


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30/08/2016