PSDB-Mulher é pioneiro na capacitação de lideranças femininas para eleições

Notícias - 19/02/2020

Com as novas regras para as eleições municipais deste ano, partidos políticos estão preocupados em ampliar o número de mulheres candidatas. O PSDB-Mulher é pioneiro em ações que valorizam as candidaturas femininas não apenas para cumprimento da cota mínima de 30%, mas principalmente, para capacitar mulheres tanto para as disputas eleitorais quanto para ocupar cargos no Legislativo e no Executivo.

Desde a sua criação, em 1998, o PSDB-Mulher oferece às tucanas cursos sobre legislação eleitoral, comunicação, marketing digital, incentivando-as a participar do pleito. Em geral, as capacitações oferecidas são feitas em parceria com o Instituto Teotônio Vilela (ITV), que é o braço acadêmico do PSDB, e a Fundação konrad Adenauer (KAS). Um trabalho que vem sendo galgado há anos e que gerou resultados surpreendentes nas eleições de 2018, quando o partido aumentou em 60% a sua bancada feminina, se comparado a 2014.

Para as eleições municipais, a presidente nacional do PSDB-Mulher, ex-governadora Yeda Crusius, tem como meta lançar mais de dez mil candidatas. E para alcançar maior êxito, seu maior trunfo será o Curso de Ensino a Distância (EAD) do PSDB-Mulher.

“É fazer como em 2018, mas melhor, com menos custos. Tivemos 330 candidatas financiadas por nós (em 2018) e agora vamos ter dez mil candidatas. Então, não pode ser o mesmo caminho de antes”, destacou Yeda Crusius, em entrevista para o jornal O Estado de S. Paulo.

Movimento suprapartidário
Com a intenção de fortalecer e potencializar as candidaturas femininas em 2020, a deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP), encabeça o projeto suprapartidário Vamos Juntas. O movimento faz um alerta sobre a possível explosão de candidaturas femininas como vice para cumprir a cota.

Além de estabelecer uma porcentagem mínima de candidaturas de mulheres, as regras eleitorais determinam que os partidos destinem ao menos 30% de sua verba do Fundo Eleitoral para as campanhas femininas. As eleições de 2018 foram as primeiras em que esta porcentagem foi obrigatória.

(*) Do PSDB-Mulher


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19/02/2020