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Planalto usa emendas como moeda de troca no Congresso, condenam deputados

O governo federal utiliza as emendas parlamentares como moeda de troca entre parlamentares da base aliada, criticam os deputados Nelson Marchezan Júnior (PSDB-RS) e Rodrigo de Castro (PSDB-MG / foto).

Acompanhe - 20/06/2012
Rodrigo de Castro acredita que essa forma de distribuição do dinheiro é inaceitável.

Brasília – O governo federal utiliza as emendas parlamentares como moeda de troca entre parlamentares da base aliada, criticam os deputados Nelson Marchezan Júnior (RS) e Rodrigo de Castro (MG). Levantamento do DEM no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) divulgado pelo jornal “O Estado de S. Paulo” mostra a discriminação partidária na liberação de recursos. Enquanto o PMDB recebeu R$ 10,8 milhões em empenhos nos primeiros 15 dias de junho, o PSDB conquistou apenas R$ 1,8 mil e, o DEM, nada.

Para Marchezan, as emendas estão sendo usadas para fazer negociatas. O prejuízo é das prefeituras, já que muitas ficam sem os recursos prometidos. “A emenda é uma forma que o governo tem para destinar recursos para municípios menores. Mas, na maioria das vezes, ele usa única e exclusivamente com o intuito de conquistar votos dos parlamentares”, afirmou. Para o tucano, a liberação das verbas deveria ser automática para municípios menores e projetos relevantes.

Rodrigo de Castro acredita que essa forma de distribuição do dinheiro é inaceitável. O tucano ressalta que o PT trabalha com o “toma lá dá cá”. “Só se preocupa em fazer politicagem, não uma política séria. As emendas que os partidos de oposição apresentaram têm tanto ou mais valor que as outras. Deveria ser dado um caráter republicano e correto a esses recursos”, afirmou.

Segundo a reportagem, o volume de empenho de emendas aumentou em 23,5 vezes com a proximidade das eleições. Os redutos eleitorais de parlamentares da base aliada foram os mais beneficiados. Na primeira semana de junho, as emendas somaram R$ 14,4 milhões. Entre os dias 8 e 15, o Planalto mandou empenhar R$ 324,3 milhões. Além do PMDB, PT e PSB entram na lista dos privilegiados. O PSB, com a sétima bancada da Câmara, levou R$ 4,9 milhões. Já o PT será beneficiado com R$ 4,8 milhões.

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20/06/2012