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Reinaldo é homenageado na Câmara Federal com a Medalha Mérito Legislativo

Nesta quarta-feira (07), o presidente estadual do PSDB de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja recebeu a Medalha Mérito Legislativo da Câmara Federal em Brasília.

Criada em 1983, a Medalha Mérito Legislativo destina-se a condecorar autoridades, personalidades, instituições ou entidades, campanhas, programas ou movimentos de cunho social, civil ou militar, nacionais ou estrangeiros, que tenham prestado serviços relevantes ao Poder Legislativo ou ao Brasil. A premiação reconhece pessoas ou instituições que tenham prestado ao Poder Legislativo

Além do homenageado, o evento contou com a presença do governador Eduardo Riedel, dos deputados federais do Estado, Beto Pereira, Dagoberto Nogueira e Geraldo Resende e o secretário Sérgio de Paula.

Emocionado, Reinaldo agradeceu pela homenagem em suas redes sociais.

“É com imensa gratidão e honra que recebo a Medalha do mérito Legislativo, concedida pela Câmara dos Deputados. Este reconhecimento é um reflexo do compromisso e da dedicação de toda uma equipe, que ao longo de duas gestões no Governo do Estado, trabalhou incansavelmente em prol de Mato Grosso do Sul. Agradeço também pela companhia e apoio da nossa gente, que foram fundamentais para enfrentarmos e realizarmos mudanças significativas. Para mim, política se faz com companheirismo e diálogo, valores que sempre norteiam nossa administração. Seguiremos firmes, construindo juntos um futuro melhor para o nosso Estado. Muito obrigado.”

Ao longo dos seus 27 anos de vida pública, Reinaldo Azambuja iniciou, em 1997, sua jornada como prefeito de Maracaju, onde permaneceu por dois mandatos. Foi eleito deputado estadual, deputado federal e governador do Estado eleito e reeleito, finalizando sua gestão em 2022. Realizou um marco na história sul-mato-grossense ao eleger Eduardo Riedel, seu sucessor partidário. Atualmente é o presidente estadual do PSDB de Mato Grosso do Sul, onde, proporcionalmente tem o maior número de representantes tucanos do país, com 50 prefeitos, 243 vereadores, seis deputados federais, além do governo do Estado.

Na Capital, Marconi Perillo fala sobre fortalecer o PSDB

O presidente Nacional do PSDB, Marconi Perillo veio a Campo Grande nesta terça-feira (06), para falar sobre o fortalecimento do partido e as eleições deste ano.

“Mato Grosso do Sul é uma referência para nós em fortalecimento, por isso foi o segundo Estado que viemos, logo depois do Rio Grande do Sul, onde temos nosso candidato”.

Durante coletiva, Perillo relembrou o legado do PSDB e reforçou sobre a importância do fortalecimento partidário com candidaturas próprias tanto no país quanto nas capitais.

“O PSDB tem um legado na história política do nosso país. Fomos  responsáveis pelo combate à inflação e a Lei de Responsabilidade Fiscal, por isso a importância de voltarmos ao protagonismo. Temos nomes fortes para disputar candidaturas. O governador Eduardo Leite será o nosso candidato a presidente do país e, aqui em Campo Grande, temos o deputado Beto Pereira, que não tenho dúvidas de que chegará a prefeitura de Campo Grande”.

O presidente estadual, Reinaldo Azambuja, agradeceu a presença das lideranças e disse que as candidaturas municipais estão sendo respeitadas de acordo com a característica. “O tamanho do PSDB de Mato Grosso do Sul é o resultado da construção de todos”.

PSDB de Mato de Mato Grosso do Sul é o maior do país, com 50 prefeitos, 17 vice-prefeitos, 243 vereadores, seis deputados estaduais, três deputados federais e o governador Eduardo Riedel.

Austeridade de menos é o caminho para o abismo

Gastar mais do que ganha nunca deu certo em nenhuma família, empresa ou governo. A História mostra isso

Por Marconi Perillo, Reinaldo Azambuja e Aécio Neves

Jornal O Globo

 

Recentemente o PT, partido do presidente da República, divulgou um documento em que faz críticas ao que eles chamam de “austericídio fiscal”. Uma crítica à política fiscal da área econômica do governo de buscar o déficit zero nas contas públicas.

O PT já é bem grandinho, vai fazer 44 anos, e é incrível como não aprendeu nada nesse tempo. Todas as vezes em que o partido decidiu discutir política econômica, errou gravemente. Nem sempre a maturidade traz sabedoria.

A crítica do partido do governo é que o governo dele mesmo gasta pouco. Não é o que dizem os números.

O rombo nas contas públicas de 2023 foi de R$ 119,6 bilhões de janeiro a novembro do ano passado. Pode parecer pouco considerando que o Orçamento total foi de R$ 5,3 trilhões, mas vamos ver por outro ângulo. Esse dado significa que o governo federal gastou em 2023 mais que os governos de Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal — onde vivem cerca de 12 milhões de pessoas — arrecadarão juntos em 2024.

Como se vê, o problema do governo não é “austericídio”, como pensa o PT. É que lhe falta austeridade, lhe falta responsabilidade com as contas públicas para poder oferecer programas sociais sustentáveis. Gastar desenfreadamente, como o governo faz, e o PT acha pouco, é caminho certo para o abismo.

Atender às necessidades do Brasil é necessário, mas precisa ser com responsabilidade, coisa que parece andar em desuso.

Gastar mais do que ganha nunca deu certo em nenhuma família, empresa ou governo. A História mostra isso, no Brasil e em outros países. A Argentina está aqui perto para não nos deixar esquecer.

Quem acha que responsabilidade fiscal é “austericídio” precisa entender que orçamento tem duas colunas: uma é a das receitas, que vem dos impostos pagos pelos brasileiros; outra é a das despesas, de responsabilidade em grande medida do próprio governo. Aumentar impostos, onerando ainda mais a sociedade, é a pior das soluções. Para equilibrar as duas colunas, é preciso coragem para reduzir despesas. Não é uma medida popular, mas um governante precisa ser responsável em primeiro lugar, para só depois pensar em popularidade.

A história do PSDB nos respalda e nos credencia para falar sobre responsabilidade fiscal com sensibilidade social. O Brasil não se esquece disso. Pesquisa de dezembro do instituto Ipespe, encomendada pela Federação Brasileira de Bancos, mostrou que 77% dos brasileiros reconhecem o Plano Real como uma das políticas públicas mais importantes da nossa História. O Plano Real se transformou no maior programa de inclusão econômica do país, talvez do mundo, ao estabilizar a economia e acabar com o imposto que mais castigava e empobrecia os brasileiros: a inflação. Foi Fernando Henrique Cardoso quem idealizou, coordenou, implantou e garantiu a perpetuidade do Plano Real e da estabilidade econômica no Brasil, primeiro como ministro da Fazenda no governo Itamar Franco, depois como presidente da República. De quebra, ainda criou a Lei de Responsabilidade Fiscal, para garantir que o respeito às contas públicas passasse a ser obrigatório em todas as esferas de governo.

O primeiro governo do PT só foi bem-sucedido na economia porque manteve a política macroeconômica do PSDB. A bem da verdade, o PT sempre trabalhou contra políticas de responsabilidade, como a própria Lei de Responsabilidade Fiscal, o Fundef e, pasme, até mesmo o Plano Real.

O PSDB é pioneiro na implantação de programas sociais e de distribuição de renda. Em 1995, o tucano Magalhães Teixeira, histórico prefeito de Campinas (SP), foi o primeiro a vincular um benefício financeiro à manutenção das crianças na escola. Desde 1985, quando o PSDB foi fundado, todos os governos tiveram a responsabilidade social e a responsabilidade fiscal como prioridades.

Quanto mais responsabilidade com o dinheiro público, mais condição de promover distribuição de renda e desenvolvimento social. Defender a gastança é populismo barato que acabará custando caro para todos nós, brasileiros.

*Marconi Perillo, presidente nacional do PSDB, foi governador de Goiás e senador, Reinaldo Azambuja, tesoureiro nacional do PSDB, foi governador de Mato Grosso do Sul, Aécio Neves, presidente do Instituto Teotônio Vilela e deputado federal, foi governador de Minas Gerais

PSDB defende prioridade à primeira infância para salvar o Brasil

“Se o Brasil salvar uma geração, essa geração salva o Brasil”. Para que o país tenha um futuro digno precisamos que o governo federal de fato priorize nossas crianças. Um grupo de trabalho da primeira infância formado no “Conselhão” apresentou propostas para que o governo federal priorize nossas crianças em 2024. São propostas simples, possíveis de serem executadas, que foram listadas pela Priscila Cruz, presidente-executiva do Todos Pela Educação, em artigo recente no “Estadão”.

Fato é que o governo não tem dado prioridade à primeira infância. Não deu continuidade ao programa Criança Feliz, de visitação domiciliar para a primeira infância, que, apesar do baixíssimo investimento, era um caminho correto a ser seguido. Mesmo o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, lançado pelo atual governo, tem orçamento pífio.

O caminho apontado pela Priscila Cruz é o correto: redobrar a aposta e os investimentos na infância para salvarmos uma geração inteira de brasileiros que salvará o Brasil. O PSDB também se dedica ao tema e acabou de criar um Grupo de Trabalho para a Primeira Infância. Vamos apresentar propostas para o Brasil e para os nossos pequenos brasileiros. PSDB é, e será cada vez mais, o Partido da Educação.

Marconi Perillopresidente nacional do PSDB
Pedro Cunha Limaex-deputado federal, autor da PEC da Nova Educação, e coordenador do GT da Primeira Infância do PSDB

O caminho é pelo centro: o exemplo do Chile

Desde 2019, o nosso vizinho Chile vive uma crise política intensa. Centenas de milhares de chilenos foram às ruas exigir reformas em 2019 e o país elegeu, em 2021, o esquerdista Gabriel Boric para presidente. Então a esquerda escreveu uma nova Constituição que acabou rejeitada em plebiscito em 2022.
Aí foi a vez da extrema direita escrever uma Constituição ao seu gosto. Que um novo plebiscito também rejeitou, agora no final de 2023.
O exemplo do Chile mostra que a população —e isso vale para qualquer povo, em qualquer país— quer comida na mesa, emprego, educação, saúde e qualidade de vida. O povo nunca quer saber de extremos. A atual Constituição chilena foi promulgada durante a ditadura de Pinochet. Não se trata, portanto, apenas de apagar o passado lamentável de um regime que torturava e matava, onde não havia liberdade para as pessoas. Trata-se, também, de encontrar o caminho do equilíbrio e dos avanços sociais e civilizatórios.
O exemplo do Chile nos mostra que o caminho da política é pelo centro. Nem à esquerda, nem à direita, mas à frente, com liberdade, estabilidade econômica, desenvolvimento e responsabilidade social.
Este é o caminho que o PSDB persegue desde sua fundação. Que os alicerces para a retomada do caminho correto, ao centro, longe dos extremos e perto da vontade do povo, sejam construídos já em 2024. Seja no Chile, no Brasil, ou em qualquer outra parte do planeta. Vamos à luta, sempre!

Marconi Perillo, presidente nacional do PSDB

Tudo pela democracia

Não aceitamos menos que democracia plena, total e irrestrita. O único regime possível e aceitável para o Brasil é o regime democrático. Divergências são esperadas na democracia. O que não desejamos e não toleramos é violência contra quem pensa diferente, muito menos violência contra as nossas instituições de Estado, tão duramente construídas por nossa jovem democracia.

Marconi Perillo
Presidente nacional do PSDB

Mato Grosso do Sul deve ser o primeiro estado brasileiro a sair do Mapa da Fome

Administrado pelo PSDB desde 2015, o Mato Grosso do Sul, deve ser o primeiro estado brasileiro a sair do Mapa da Fome, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Isso é fruto dos trabalhos realizados pelos governadores Reinaldo Azambuja, entre 2015 e 2022, e Eduardo Riedel, desde janeiro de 2023.

Nesta segunda-feira (18), o governo do Estado assinou adesão ao “Plano Brasil Sem Fome” da pasta. Na ocasião, o governador Riedel fez questão de relembrar que o MS tem o 2º menor índice de extrema pobreza do Brasil. Mas ressaltou: “Não é motivo para se acomodar, enquanto tiver um sul-mato-grossense passando fome ou necessidade, nós temos que buscar e ajudar”.

Os governos tucanos levam a sério os programas de transferência de renda. Hoje, o Mato Grosso do Sul beneficia 54 mil famílias por meio do programa “Mais Social”, que oferece um cartão para o próprio cidadão fazer suas compras, além de 152 mil (famílias) do Conta de Luz Zero, em que o Estado arca com a conta de energia. As cestas básicas indígenas contemplam 19,8 mil famílias e o “Cuidar de quem Cuida” ajuda 2 mil.

Por falar em rede de proteção social, não custa lembrar que o PSDB foi precursor: em 2001, o governo Fernando Henrique Cardoso implementou o Bolsa-Escola, que pagava uma bolsa mensal em dinheiro, para famílias de jovens e crianças de baixa renda. Era um estímulo para que frequentassem a escola regularmente.

Voltando ao Mato Grosso do Sul, a economia do Estado tem crescido consistentemente. A previsão era que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceria 5% em um ano, porém, cresceu 16%. Os últimos dados do IBGE mostram que passou de R$ 122,6 bilhões registrados em 2020 para R$ 142,2 bilhões em 2021.

Também segundo o IBGE, a Indústria de Transformação em Mato Grosso do Sul deu um salto de 921% nos últimos 15 anos, o maior crescimento do Brasil, de acordo com dados do IBGE. São mais de 6 mil empresas industriais ativas e uma projeção de cerca de 150 mil trabalhadores formais diretamente empregados em Mato Grosso do Sul. Lembrando que já vai completar nove anos que o PSDB administra o Estado.

O Mapa da Fome é uma ferramenta da FAO, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Nesse mapa estão os países onde mais de 2,5% da população enfrenta falta crônica de alimentos. O Brasil voltou a ele recentemente, em julho de 2022.

 

 

PSDB Nacional

Encontros regionais e formação política são projetos de Marcelo Miranda , novo presidente do ITV-MS

Marcelo Miranda é o presidente estadual do Instituto Teotônio Vilela (ITV) de Mato Grosso do Sul. A nomeação foi formalizada na manhã desta quarta-feira, no Diretório estadual do PSDB, com a presença do presidente estadual, Reinaldo Azambuja e do tesoureiro, Sérgio de Paula.

 

“É uma honra muito grande estar como presidente nesse Instituto, que tem papel tão importante para o PSDB e o Brasil. Nesse momento que a gente nosso país, acredito que a Social Democracia vai conseguir equilibrar essa polarização absurda entre esquerda e direita, desconsiderando a importância da política pública. E a Social Democracia, com o histórico que o ITV tem, vai fazer a diferença na formação, que é a grande preocupação do nosso presidente Reinaldo, que a gente qualifique o nosso quadro, ou seja, aqueles que já estão na política, mas também crie oportunidade para novas lideranças, e o que é mais importante, novas lideranças qualificadas”, explica.

 

Sobre os projetos a frente do ITV, Marcelo diz que já há um planejamento para 2024. “Nós já estamos com plano de trabalho pronto e quero apresentar para o nosso presidente. Pretendemos começar nossos encontros regionais a partir da segunda quinzena de fevereiro”.

Feliz por ter aceitado o convite, o presidente estadual, Reinaldo Azambuja fala da importância de se qualificar líderes para fortalecer o partido.

“O ITV é uma ferramenta essencial para o nosso partido, pois é nela que temos formação política, falamos sobre gestão, além de debates importantes sobre diversos assuntos da nossa sociedade, por isso, estudos como esse são necessários tanto para aqueles que já são lideranças em seus municípios quanto para aqueles que querem se candidatar nas próximas eleições. A vinda do  Marcelo é extremamente positiva, por ser uma pessoa experiente e que trará uma dinâmica importante para o nosso Instituto”, afirma.

 

Atualmente, Marcelo é Secretário de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania (Setescc) de Mato Grosso do Sul, tem56 anos, casado, pai, professor, profissional de Educação Física, empresário e gestor público

Graduado em Educação Física pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Marcelo tem especialização em Treinamento Desportivo pela PUC de Minas Gerais e tem mestrado em Motricidade Humana pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Técnico vice-campeão nacional de handebol em 1989, levou seus conceitos inovadores à Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), onde implantou o primeiro curso de bacharelado de Educação Física de Mato Grosso do Sul. Marcelo também é membro efetivo do Conselho Federal de Educação Física (Confef), sendo um dos defensores da categoria estadual e nacionalmente. Ele foi um idealizadores e fundadores do Conselho Regional de Educação Física da 11ª Região (Cref11).

Por oito anos e quatro meses (2015 a abril de 2022) foi diretor-presidente da Fundação de Desporto e Lazer e Mato Grosso do Sul (Fundesporte), sendo responsável por uma verdadeira revolução na criação de políticas públicas voltada ao esporte, com transformação de competições tradicionais, como os Jogos Escolares; ampliação do programa Bolsa Atleta e criação do Bolsa Técnico, iniciativa inédita no país; incentivo ao desenvolvimento ao desporto escolar, com treinamento em escolas da rede estadual em quase todos os municípios; viabilização de reformas e construção de ginásios e espaços esportivos nos 79 municípios, além da valorização dos profissionais de Educação Física.

Atualmente, é titular da Secretaria de Estado de Turismo, Esporte, Cultura e Cidadania (Setescc), nomeado pelo governador Eduardo Riedel, liderando três fundações e oito subsecretarias.

 

Confira o vídeo do nosso Presidente Reinaldo Azambuja ao lado do nosso Presidente do ITV, Marcelo Miranda

Aécio Neves é eleito o novo presidente do Instituto Teotônio Vilela Nacional

O Conselho Deliberativo do Instituto Teotônio Vilela (ITV) se reuniu na noite desta quarta-feira (06) e elegeu o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) para ser o presidente do órgão, quando recebeu 23 votos dos 23 possíveis.

O Instituto Teotônio Vilela é o órgão de formação política do Partido da Social Democracia Brasileira. Localizado em Brasília, foi criado em 1995 com o objetivo de disseminar os princípios e ideias adotados pelo PSDB.

Na ocasião, Aécio Neves destacou que o órgão será valioso para ajudar o partido a recuperar o protagonismo na cena política nacional: “Somos oposição ao atual governo e através do ITV, com a participação de economistas, intelectuais de várias áreas e políticos altamente qualificados, vamos, ao lado do presidente Marconi Perillo, aprofundar o debate sobre a teses e propostas do partido para o Brasil”, destacou. “Com muita honra assumo mais essa responsabilidade com a certeza de que o PSDB está iniciando uma nova fase na busca pelo fortalecimento do centro democrático da política brasileira. Vamos nos dedicar, no ITV, a partir de agora, à construção dessa nova alternativa para o país. Mãos à obra!”, continuou animado o novo presidente do órgão.

O presidente do PSDB Nacional, Marconi Perillo, também participou do encontro e parabenizou o mineiro pela nova função: “tenho certeza que Aécio Neves dará uma grande contribuição a esse braço tão importante do nosso partido. Com sua experiência política, Aécio será essencial para fomentar o bom debate político e a discussão em torno de ideias-força para as propostas que apresentaremos à sociedade brasileira em 2024 e 2026, na eleição presidencial.”

Aécio Neves, graduado em economia, possui mais de 30 anos de vida pública. Foi presidente nacional do PSDB, senador, presidente da Câmara dos Deputados e por dois mandatos governador de Minas Gerais. Atualmente, ocupa o cargo de deputado federal, é o seu sexto mandato.

Confira a diretoria executiva do ITV na íntegra: aqui.

Comissão de Saúde aprova projeto de lei que garante acesso contínuo a medicamentos pós-alta hospitalar no SUS

análise na Câmara dos Deputados

A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados avançou na busca por melhorias no Sistema Único de Saúde (SUS) ao aprovar um projeto de lei crucial. Proposto pelo ex-deputado Guiga Peixoto (SP), o Projeto de Lei 1697/22 teve aprovado seu substitutivo, apresentado pelo relator, Deputado Geraldo Resende (PSDB-MS).

A principal inovação do substitutivo é o estabelecimento do direito dos pacientes do SUS de receberem os medicamentos necessários para dar continuidade ao tratamento após a alta hospitalar. O fornecimento dos remédios será garantido até o término do tratamento, com um prazo máximo estipulado de 90 dias.

De acordo com o relator, Deputado Geraldo Resende, “a continuidade das terapias indicadas pelos médicos que acompanharam o paciente é essencial para a consolidação da recuperação”. O prazo de fornecimento da medicação, agora incluso no texto, é uma medida crucial para assegurar um atendimento mais eficaz e responsivo às necessidades dos pacientes.

O projeto, que modifica a Lei Orgânica da Saúde, seguirá para análise nas comissões de Finanças e Tributação, bem como na de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. A iniciativa representa um avanço significativo na garantia do acesso à saúde e no fortalecimento do compromisso com a recuperação integral dos pacientes do SUS.