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“Pátria Amada, Brasil!”, por Danilo de Castro

Danilo-de-Castro-200x300Há muito não víamos jogadores, especialmente os da Seleção Brasileira, cantando o Hino Nacional com um sentimento tão profundo de patriotismo. E não só a Seleção Brasileira de Futebol, mas o povo brasileiro foi envolvido, nesse último mês, por um clima quase sagrado de amor à pátria.

É verdade que o nosso Hino é um dos mais bonitos do mundo, no entanto, o momento vivido foi o fator preponderante para que fôssemos contagiados por uma energia inigualável que teve como resultado a quebra de uma monotonia social de tempos.

Assim, o Brasil foi para as ruas e se reconheceu nas manifestações reivindicando direitos básicos que foram esquecidos pelo governo Dilma. Vimos gente de todas as idades e classes imbuídas de um mesmo espírito contestador e pacífico, como deve ser, pois não se reconhece como democracia atitudes destoadas de seu fundamento, como os casos de vandalismo.

Mesmo que a presidente tenha comparado o seu governo com o “padrão Felipão” – em alusão aos bons resultados obtidos pelo treinador com a Seleção Brasileira – o Brasil não tem vivido, na era petista, um sentimento de confiança e tranquilidade social por parte da sua brava gente. Ao contrário, o sistema de privilégios para alguns em detrimento de muitos e a disparada de índices negativos em vários setores gerou insatisfação, indignação e desconfiança, resultando nas manifestações que se alastraram pelo País.

Em seu artigo desta semana para a coluna do jornal Folha de S.Paulo, o senador Aécio Neves afirmou, com propriedade, que a presidente Dilma Rousseff cometeu enorme injustiça com o técnico Luiz Felipe Scolari ao dizer que seu governo tem um “padrão Felipão”.

Sabe-se que no “padrão Felipão” nenhum jogador ganha ou perde um jogo sozinho, por isso a cobrança vem na hora certa, os erros que porventura aconteçam são admitidos e, mais importante que isso, o diálogo, o administrar as diferenças e o direcionar esforços, sem excluir ou privilegiar ninguém, concorrem para o êxito. É certo que o resultado da soma de um treinador competente mais uma equipe eficiente só pode ser bola na rede!

O povo brasileiro descobriu que o Brasil é uma nação maravilhosa e que tem todos os ingredientes para fazer muitos gols, mas antes, entendeu que é preciso ter um bom comandante.

Danilo de Castro é secretário de Estado de Governo de Minas Gerais

Antonio Imbassahy: plebiscito é arapuca

Artigo do deputado federal Antonio Imbassahy (PSDB-BA) publicado na quarta-feira (10) no Correio da Bahia

antonio-imbassahy-foto-Alexssandro-Loyola-300x200O eco do grito das ruas, que sacudiu o país nas semanas de junho, ainda atordoa os que não souberam ou não quiseram ouvi-lo. Certamente, não será com outras manifestações, tipo chapa-branca, promovidas por centrais sindicais e organizações atreladas ao governo, que calarão os clamores contra a corrupção, a impunidade, por direito a uma escola melhor, uma saúde decente, por segurança, transporte de qualidade, transparência com os gastos públicos e um novo significado para a representação popular na política.

Também não será insistindo na realização de um plebiscito, que aprovaria a realização de uma reforma política oportunista e voltada já para o palanque de 2014, que será satisfeita a vontade de transformações expressa pelos mais de dois milhões de manifestantes em quase 300 cidades brasileiras. Quem abriu os ouvidos e prestou atenção aos acontecimentos, buscando compreendê-los, entendeu muito bem que a forma de se fazer gestão pública e política no país será outra, daqui para a frente. Precisamos resgatar valores, como o respeito à moralidade com a coisa pública, aos compromissos assumidos com o eleitor, à representatividade confiada nos votos.

Esse novo país que emerge das ruas exige a boa aplicação do dinheiro público, redução do número de ministérios, de cargos de confiança e mordomias. Clama ainda por direitos individuais e sociais, sonha com cidades mais habitáveis, com segurança no dia a dia, serviços coletivos de qualidade e reclama uma Justiça mais ágil e igualitária.

As rotas bandeiras vermelhas levadas às ruas não representam essa nova Nação. O pacto proposto pelo Palácio do Planalto a governadores e prefeitos das capitais mostrou-se um engodo, pois não será com soluções improvisadas e autoritárias que resolveremos graves problemas de nossa saúde, de falta de proteção dos jovens contra as drogas, que avançam no país. Menos ainda resolveremos as tão reivindicadas questões de mobilidade urbana com projetos megalômanos como o trem-bala SP-Rio, que consumirá bilhões de reais. Por último, a prioridade açodada e eleitoreira de um plebiscito para impor uma reforma política com viés de hegemonia partidária não passa de uma armadilha, que o Judiciário questiona e a nação esclarecida não aceitará. Até por entender que as bandeiras são outras, como explícito nas redes sociais, no querer das ruas: “Plebiscito não! É saúde e educação!”

Defendemos uma reforma política bem discutida e fundamentada em três pilares: Que aproxime, de fato, o eleitor de seu representante, alguém que ele conheça e possa cobrá-lo; isso será possível com o voto distrital. Uma reforma que fortaleça os partidos, identificados por seu ideário, programas, seus propósitos claros e definidos. Entendemos, por fim, que uma reforma política séria implica na redução ou anulação do poder econômico dos partidos ou dos candidatos na decisão do voto. O eleitor deve pautar a escolha nos princípios partidários e na qualidade do candidato. Essa proposta de plebiscito que o petismo nos quer impor tem ranço de golpe, não passa de uma arapuca, jogada de marketing de um governo sem norte, que não reconhece suas falhas e evita enfrentar o debate sobre problemas reais. O país não acatará.

“A mudez das ruas”, análise Instituto Teotônio Vilela

Análise do Instituto Teotônio Vilela

CUT-Foto-Fabio-Pozzebom-ABr-300x196Quando foram engolidos pelos protestos de junho, governo e PT sonharam com uma reação que também viesse das ruas. Ainda no auge das manifestações, anunciaram que poriam os que os apoiam para marchar e lotar praças e avenidas. Este dia chegou, mas o que se viu ontem nas principais cidades do país aproximou-se muito mais de um retumbante fiasco.

O “Dia Nacional de Lutas” foi convocado pelas centrais sindicais, as mesmas que, ao longo destes últimos dez anos, vêm sendo acolhidas no seio do poder. As lideranças petistas viram nas manifestações agendadas pelos sindicalistas uma forma de também mostrar seu suposto poderio e capacidade de mobilização. Queriam lotar as ruas de bandeiras e estrelas vermelhas.

Gente como o ex-presidente Lula e José Dirceu se movimentou para mostrar as garras e pôr a militância para marchar. Queriam demonstrar que ainda têm as rédeas da situação. A aproximação e a adesão à jornada de manifestações chegaram a ser formalizadas, na semana passada, pela própria Executiva Nacional do PT.

Em nota oficial, o comando petista conclamou os militantes “a que assumam decididamente a participação nas manifestações de rua em todo o país, em particular no Dia Nacional de Luta com Greves e Mobilizações convocada por ampla coalizão de centrais sindicais e movimentos populares para o próximo dia 11 de julho, em defesa da pauta da classe trabalhadora para o país e da Reforma Política com Participação Popular”.

Os petistas talvez tenham imaginado que conseguiriam produzir o que Fernando Collor tentou em 1992 e não teve sucesso. O então presidente pediu que os brasileiros saíssem de casa trajando verde e amarelo, mas ganhou em resposta ruas tomadas de cidadãos vestidos de preto. A expectativa dos atuais governistas talvez fosse ver o vermelho predominando ontem. Mas o que se viu foi cor alguma.

É possível que agora os petistas tentem se desvencilhar do fiasco de ontem. Mas a verdade é que até ex-ministro do governo Lula estava nas manifestações. A página do partido na internet também está repleta de notícias dando vivas ao movimento. Centrais como a CUT e movimentos alinhados ao governo, como o MST e a UNE, até foram para as ruas, como prometeram, mas não encontraram eco no resto da população.

“Os brados de guerra dos líderes não encontravam repercussão na plateia. A maioria das pessoas não prestava atenção, não aplaudia, não vaiava, não puxava refrões. A exceção eram pequenas claques, que erguiam bandeiras quando seu presidente falava”, resumiu O Estado de S.Paulo, na mais completa tradução das manifestações de ontem.

No “dia de lutas”, ficou mais uma vez patente a distância entre o que os petistas pretendem e o que realmente os brasileiros clamam. Entre as bandeiras empunhadas pelos governistas ontem estavam o plebiscito para a reforma política e a aprovação de um marco regulatório da mídia, temas que o PT não se cansa de defender e que só servem mesmo ao seu projeto de poder.

Desde os protestos de junho, também o governo de Dilma Rousseff vem tentando tomar as rédeas da situação. Ativou sua máquina de criar fatos para pôr a presidente da República dia sim, dia também na televisão anunciando medidas, marteladas em seguida por inserções publicitárias pagas a peso de ouro. De concreto, porém, seus “pactos” não produziram mais que fracassos.

O que tem se visto nestas últimas semanas – e que ontem ficou definitivamente evidenciado – é que o governo Dilma, o PT e os seus satélites respondem de maneira envelhecida a uma situação nova. É o arcaico tentando se contrapor ao contemporâneo. Movimentos que passaram mais de uma década entorpecidos pelo poder e grupos devotados apenas a se manter no comando do país têm pouca chance de seduzir quem está farto do que aí está.

Para Alvaro Dias, iniciativas do BNDES oscilam entre “a verdade e a ilusão”

Alvaro-Dias-Foto-George-Gianni-PSDB-12--300x199Brasília – A obra prima do dramaturgo italiano Pirandello, “Assim é, se lhe parece”, em que os personagens trafegam nos limites entre verdade e ilusão, foi citada pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR), no Plenário, na sessão desta quinta-feira (11/07), como uma metáfora para ajudar na compreensão da confusa contabilidade oficial do governo. Para o senador, os descaminhos da contabilidade criativa introduzida no País pelo governo Dilma se perdem e refletem números que “não são o que parecem ser”.

Alvaro Dias afirmou que “os estratagemas da administração petista estão ruindo e a ilusão do marketing oficial cede lugar à verdade”, e como exemplo da confusão das contas públicas o senador citou a situação do BNDES. O senador citou no Plenário estudo comandando pelos economistas José Roberto Afonso e Gabriel Leal de Barros, mostrando que, entre março de 2011 e março de 2013, o BNDES teve um declínio de 38% de seu patrimônio. O estudo revela que o patrimônio da instituição caiu de R$ 75,6 bilhões para R$ 46,8 bilhões.

“Esse cenário é o resultado inevitável de uma instituição de fomento que se transformou numa verdadeira máquina de fabricar superávit primário. Nos últimos anos, como atestam os especialistas, o BNDES pagou ao Tesouro mais dividendos do que os lucros obtidos. O que não pode ser escamoteado é o fato de que o BNDES foi usado amplamente como instrumento e ferramenta de apoio à gastança federal”, destacou o senador paranaense.

Outra citação feita por Alvaro Dias no Plenário foi da comentarista econômica Miriam Leitão, que recentemente afirmou que “a vida é curta para entender tanta confusão que o governo tem feito nas contas públicas”. O senador completou dizendo que, na dinâmica contábil atual do governo, ficou difícil distinguir “entre o logro e a verdade”. E como afirmou Miriam Leitão, “a cada dado divulgado, gasta-se um tempo enorme para entender onde está o truque. Ele sempre está em algum lugar.”

Ainda na linha da crítica às manobras do governo para garantir o superávit, Alvaro Dias lembrou que o Tesouro Nacional recebeu R$ 3,6 bi de antecipação de dividendos do BNDES, Caixa e Banco do Brasil, em junho, para fechar as contas do semestre. Para o senador, a dinâmica é a de o Tesouro se endividar, colocar dinheiro nos bancos, que depois antecipam para o Tesouro os dividendos.

“O BNDES socorreu a Eletrobras: emprestou à estatal R$ 2,5 bilhões a título de capital de giro. A empresa registrou prejuízo de 6,8 bilhões na esteira das mudanças operadas pelo governo no setor elétrico. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, pagou dividendos de R$ 7,7 bilhões e teve lucro de R$ 6,1 bilhões no ano passado. E agora recebe novo aporte de R$ 8 bilhões do Tesouro, a quem havia pagado os dividendos. Ou seja, longe de ser uma ilusão sedutora, o expansionismo do gasto público brasileiro e os mecanismos utilizados representam um risco não calculado e cujos efeitos são imprevisíveis”, salientou o senador Alvaro Dias.

O senador paranaense finalizou seu discurso enfatizando que a “robustez fiscal” que o governo insiste em patentear é “apenas uma miragem projetada pelo governo”, e voltou a citar o escritor e dramaturgo Luigi Pirandello: “como na obra de Pirandello, a população trafega entre os limites da verdade e da ilusão, porque os números do governo não são aquilo que se parecem”.

 

Da assessoria do senador

Economia brasileira recua 1,4% em maio, maior queda desde 2008, diz BC

industria-foto-Indaia1-300x207Folha de S. Paulo – A economia brasileira registrou em maio uma retração pior do que o esperado, pressionada pela fraqueza da produção industrial e indicando que a recuperação da atividade ainda não deu sinais consistentes.

O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado espécie de sinalizador do PIB (roduto Interno Bruto), registrou queda de 1,4% em maio ante abril, de acordo com dados dessazonalizados (livres de influências típicas de cada período do ano), informou o BC nesta sexta-feira (12).

A queda mensal foi a maior registrada desde dezembro de 2008, quando o indicador recuou 4,31%.

Leia a íntegra da matéria da Folha de S. Paulo AQUI.

Após Mandetta, Geraldo Resende e Zé Teixeira admitem desejo de caminhar com Reinaldo nas eleições 2014

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Foto: Jessica Barbosa

O deputado federal Geraldo Resende (PMDB) e o deputado estadual Zé Teixeira (DEM) disseram na noite de quinta-feira, durante o Encontro Municipal do PSDB em Dourados, que gostariam de caminhar ao lado do deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB) nas eleições do próximo ano. Reinaldo deve disputar o Governo do Estado ou o Senado. No início da semana, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta, novo presidente do DEM, admitiu que gostaria de concorrer ao Senado em uma chapa com Reinaldo Azambuja para o Governo.

Durante o ato de filiação de novos tucanos em Dourados, Geraldo Resende lembrou que foi o filiado número um do partido no Estado. Destacou que o PSDB “ganha uma nova força com a filiação de Valdenir Machado e se revigora em Dourados e região”.

Em seu pronunciamento, o peemdebista defendeu a união de sua sigla ao PSDB. “Desejo uma longa vida ao PSDB e que (o partido) possa fazer seu projeto não só local mas estadual. E a gente acredita, inclusive, que pode estar junto neste projeto. Acredito que precisamos reaproximar todos os partidos que foram vitoriosos nas eleições anteriores. Que possamos reaglutinar forças”, afirmou Resende.

“Reinaldo tem feito um trabalho espetacular no Congresso Nacional e inclusive recentemente foi eleito na Frente Parlamentar do Agronegócio como o responsável pela Região Centro-Oeste”, completou o deputado federal.

O deputado estadual Zé Teixeira (DEM), por sua vez, destacou que o PSDB e o Democratas sempre caminharam juntos e defendeu que Reinaldo Azambuja seja candidato ao governo do Estado. O democrata destacou que apoiou Reinaldo Azambuja em sua primeira disputa eleitoral, quando concorreu à prefeitura de Maracaju, “Esse eu conheço. Ele fez em Maracaju um excelente trabalho – é só comparar como era Maracaju antes e depois da administração de Reinaldo”, disse.

“Quero fazer política em 2014 junto com o PSDB, junto com o Reinaldo. Ele sim pode fazer com que Mato Grosso do Sul seja um estado que pensa nas pessoas, que faça o melhor para as pessoas. Com ele vamos ajudar Mato Grosso do Sul a ser um estado com melhor qualidade de vida, com boa Saúde, educação de excelência, um Estado em que possamos ter paz, possamos ter segurança de viver aqui”, afirmou Zé Teixeira.

“O PSDB pode fazer uma gestão competente, com decência. Tenho certeza que o PSDB vai fazer isso em Mato Grosso do Sul e o DEM estará junto para ajudar o partido”, finalizou Zé Teixeira.

Governo federal não tem respondido à altura problema da inflação, diz deputado

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Foto: Jessica Barbosa

“O que nós percebemos é que o governo federal não tem conseguido responder à altura o problema da inflação”, avalia o líder do PSDB na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, Rinaldo Modesto.

O presidente do diretório regional do PSDB, deputado estadual Marcio Monteiro, também demonstrou preocupação com a inflação. “Estamos atentos e se necessário vamos cobrar porque estamos vendo a inflação retornar”, disse Monteiro.

Como forma de conter o problema, o Banco Central aumentou a taxa básica de juros na quarta-feira (10/7). Essa foi o terceiro aumento seguido, o que deixou os juros em 8,5%. Como desestimulo ao consumo, a medida visa controlar os preços.

O deputado federal Valdivino de Oliveira, do PSDB de Goiás, vê a decisão como uma contradição do governo federal, já que em outubro de 2012 baixou a taxa a 7,25%, sabendo que o Brasil não estava preparado. “O governo quis apenas ser ‘bonzinho’”, disse.

O deputado Rinaldo disse ainda que a presidente Dilma Rousseff quer passar uma imagem que não condiz com a realidade. “Dilma diz que está tudo sob controle, mas não é o que estamos vendo, primeiro foi o tomate, depois o feijão, a inflação tem aumentado de modo generalizado”, avaliou o tucano sul-mato-grossense.

A inflação acumulada em 12 meses está em 6,7%, acima do teto da meta, que é de 6,5%.

Ato de filiação do PSDB em Dourados reúne mais de 200 pessoas

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Foto: Jessica Barbosa

Com mais de 200 pessoas presentes, o ato de filiação do PSDB em Dourados foi motivado pelo momento em que o Brasil vive. Durante os pronunciamentos todos reforçaram a voz do movimento “Vem pra rua” que vai ao encontro do plano partidário Pensando Mato Grosso do Sul, que foi apresentado na noite dessa quinta-feira (11/7) no auditório da Associação Comercial e Industrial de Dourados (ACED).

Para o líder do PSDB na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, deputado Rinaldo Modesto, o partido tem falado o que a voz do povo disse durante todas as manifestações. “Cito Martin Luther King: ‘O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons’. E o povo mostrou que não vai mais ficar calado. Nós temos que agir e mudar o que não está dando certo e é Pensando Mato Grosso do Sul, ouvindo a população, que vamos mais uma vez levar o país ao progresso”, ressaltou.

Apresentando o Pensando Mato Grosso do Sul, o deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB-MS) deixou claro que não há mais espaço para o coronelismo, para gestores que pensam que são donos da vontade popular. “Quem ouve mais erra menos. O povo vem falando há muito tempo que está cansado de tanta corrupção e agora concretizou esta voz nas ruas. Nós só vamos tirar o Brasil desta insatisfação generalizada quando nós políticos formos tratados como um igual perante qualquer cidadão, porque é isso que somos e somos seus empregados. O povo é o patrão”, afirmou.

Presidente regional do partido, o deputado estadual Marcio Monteiro reforçou a história peessedebista. “Nestes 25 anos fomos fundamentais para as mudanças do país. Principalmente pela criação do maior responsável pelo crescimento brasileiro, a maior bolsa social do Brasil: o Plano Real”, disse.

Durante o ato, filiaram-se ao partido o ex-deputado estadual Valdenir Machado e lideranças douradenses vinculadas a ele.

 

Com assessoria de imprensa do deputado estadual Rinaldo Modesto

Para presidente do PSDB-MS, Plano Real foi “o maior programa social do país”

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Foto: Marycleide Vasques

O presidente regional do PSDB, deputado estadual Marcio Monteiro, disse que o Plano Real pode ser considerado “o maior programa social do país”, já que o combate à inflação preparou o Brasil para os dias atuais. Inflação, aliás, é o assunto que tem marcado o governo do PT em 2013. “Estamos atentos e se necessário vamos cobrar porque estamos vendo a inflação retornar”, acrescentou ele.

Segundo Monteiro, o controle da inflação promovido pelo Plano Real fez com que as famílias pudessem programar suas economias. “A na evolução do processo, o PT veio melhorando o que nós [do PSDB] criamos”, disse ainda o deputado.

Em pronunciamento no Plenário da Assembleia Legislativa, Marcio Monteiro disse que o partido tem orgulho dos grandes avanços sociais que promoveu no país. Ele mencionou os primeiros programas de transferência de renda, implantados pioneiramente pelo PSDB, quando Fernando Henrique Cardoso governou o país.
Com assessora de imprensa do deputado, Marycleide Vasques