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Dourados: Azambuja destaca força do agronegócio na abertura da Expoagro

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Reinaldo Azambuja durante abertura da Expoagro / foto: Jessica Barbosa

 

O deputado federal Reinaldo Azambuja (PSDB) destacou a força do agronegócio durante abertura da 49ª Expoagro – Feira Internacional de Dourados. Segundo o parlamentar, o setor representa 30% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro e 34% dos empregos no país.

 

Ainda conforme ele, o agronegócio é o responsável por sustentar superavitária a balança comercial do Brasil. Mas mesmo com tudo isso, complementa Reinaldo, o setor sofre com o que chamou de falta de segurança jurídica, aludindo ao processo demarcatório de terras para indígenas.

 

“Precisamos de segurança jurídica, sem a qual nós não nos desenvolveremos; o direito à propriedade e cláusula pétrea da Constituição Federal”, disse ainda.

 

Outro entrave ao desenvolvimento do agronegócio brasileiro, disse Reinaldo, é a falta de logística adequada. Quanto a isso, o prefeito de Dourados, Murilo Zauith, também presente na abertura da feira, complementou que o produtor perde cerca de um terço apenas com a logística. “Quero acreditar que o governo esteja pensando em logística”, desconfiou o prefeito.

 

O presidente do Sindicato Rural de Dourados, Marisvaldo Zeuli, disse que apesar dos problemas já referidos acima – de insegurança jurídica e problemas logísticos, dentre outros – o setor está “em festa”. Ele mencionou ainda a pesada carga tributaria e a acusação inadequada de que os produtores rurais praticam genocídio contra os povos indígenas.

 

Zeuli também agradeceu aos parceiros da Expoagro e nominou Reinaldo, a quem chamou de “parceiro de primeira hora do setor produtivo”.

 

O diretor-presidente da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), Eduardo Riedel, e o deputado estadual Zé Teixeira fizeram coro às declarações de Reinaldo e Zeuli.

 

Assessoria de imprensa do PSDB de MS

Choque de Gestão de Aécio Neves: Travessia vira exemplo mundial

Brasília – O Choque de Gestão criado por Aécio Neves (PSDB) em 2003 é hoje a maior novidade em termos de inovação em gestão pública entre os países emergentes. Já era indicado como “exemplo a ser seguido” por organismos de fomento internacional como o Banco Mundial (Bird) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Além disto, foi a base para que Minas Gerais antecipasse o cumprimento de sete dos oito Objetivos do Milênio, metas sociais criadas pela Organização das Nações Unidas (ONU) para que os países atingissem até 2015.

Setorialmente, o Choque de Gestão também é destaque nacional e mundial, pois sua característica de modelo de administração pública adepto ao planejamento de longo prazo, possibilita que diversos programas inovadores fossem testados.

É o caso das parcerias público-privadas (PPP). Elas não são criação de Minas Gerais e sequer do Brasil, mas encontraram na administração de Aécio Neves a disposição política para que fossem testadas e aprovadas. Basta lembrar que o estado foi o primeiro a colocar em prática uma PPP no setor viário, com a modernização da MG-050; foi o primeiro a construir um complexo penitenciário que será administrado pelo regime de PPP, entre outras experiências.

Na área social, Minas Gerais também tem apresentado ao Brasil e ao mundo boas experiências com origens no Choque de Gestão. Um dos programas mais destacados tem sido o Travessia, criado em 2008 para promover a inclusão social e produtiva da população em situação de pobreza e vulnerabilidade social.

O Travessia foi um dos três programas brasileiros escolhidos pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) para mostrar o sucesso da aplicação do Índice de Pobreza Multidimensional (IPM), criado para medir a pobreza e o grau de privações da população socialmente vulneráveis. O índice também é usado para orientar políticas públicas para as necessidades regionais específicas.

Minas Gerais foi o primeiro estado em nível subnacional a utilizar o IPM. Ele é aplicado em um subprograma do Travessia, o Porta a Porta. Nele, o Governo de Minas faz um levantamento de casa em casa, como um censo para identificar as carências de cada família visita. Os dados são compilados e analisados sobre os preceitos do IPM.

Este método permite a identificação de privações em municípios e comunidades que teriam permanecido invisíveis à análise de outros indicadores sociais que não chegam ao mesmo nível de estratificação.

O Porta a Porta já tem dados de 130 municípios mineiros e vai aplicar a pesquisa em outros 70 este ano. Seu surgimento foi uma evolução do Travessia. E essa continuidade só é possível onde existe vontade política de planejar ações de longo prazo, como é o pilar central do Coque de Gestão criado por Aécio Neves.

11ª Convenção Nacional do PSDB

Tenho o prazer de convidar a todos para a 11ª Convenção Nacional do PSDB que se realizará no dia 18 de maio de 2013 (sábado), das 9 às 14 horas, em Brasília-DF (Centro de Eventos Brasil 21, ao lado da Torre de TV). Vamos realizar uma grande Convenção para eleger a nova Direção Nacional do Partido.

A sua presença é indispensável.

Brasília, 19 de abril de 2013.

Dep. Sérgio Guerra
Presidente Nacional do PSDB

TCU: institutos federais sofrem com evasão, falta de professores e infraestrutura

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Déficit de professores põe em risco a qualidade dos serviços educacionais

Jornal O Globo – Aposta do governo no ensino profissionalizante, os institutos federais enfrentam problemas de evasão, baixo índice de conclusão, falta de professores e infraestrutura insuficiente. Em cursos destinados a jovens e adultos que não terminaram a escola na idade adequada — segmento chamado de Proeja —, o abandono chegou a 24%. Em cursos técnicos de nível médio feitos por quem já possui certificado de ensino médio e está em busca de formação profissional, a evasão alcançou 19%. A rede federal tem também déficit de profissionais: faltam 7.966 professores, o equivalente a 20% do total previsto, e 5.702 técnicos de laboratório — 24,9% do quadro de pessoal.

O diagnóstico é resultado de uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), entre agosto de 2011 e abril de 2012. Há duas semanas, o relatório foi aprovado no plenário da Corte, com a recomendação de que o Ministério da Educação (MEC) elabore plano de combate à evasão, inserção profissional dos estudantes e redução do déficit de professores, com incentivos para que docentes trabalhem longe das capitais.

Segundo os auditores, o “principal fator que põe em risco a qualidade dos serviços educacionais” é o déficit de professores e técnicos. O levamento mostrou que as maiores carências atingiam os institutos do Acre (40,1%), de Brasília (40,1%), Mato Grosso do Sul (38,2%), Amapá (35,3%) e São Paulo (32,7%).

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