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Paxiúba cobra de Dilma desoneração da cesta básica

Brasília – A cesta básica manteve em fevereiro tendência de alta e os preços subiram em 15 das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Dados divulgados pelo IBGE na sexta-feira (8) mostram que no acumulado dos últimos 12 meses a inflação oficial chegou a 6,31%. Diante desses números, o deputado federal Dudimar Paxiúba (PSDB-PA) cobrou da presidente Dilma Rousseff a desoneração dos itens da cesta básica. Para o tucano, o trabalhador tem sido penalizado com a alta dos preços.

Paxiúba lembrou que a emenda do PSDB para zerar os impostos desses alimentos foi aprovada pelo Congresso Nacional e vetada pela presidente. Dilma prometeu aliviar os tributos dos itens, mas até agora o compromisso não saiu do papel. “Aonde você vai percebe a volta da inflação com uma velocidade preocupante. É urgente e necessário que o governo assuma, de uma vez por todas, que aquilo que o PSDB apontou é o caminho correto e desonere logo os itens da cesta básica para aliviar essa pressão inflacionária”, afirmou o tucano, ao destacar que a população mais pobre é a maior prejudicada.

A alta da inflação é a maior variação em 12 meses desde dezembro de 2011, quando ficou em 6,5%. No acumulado dos dois primeiros meses deste ano, o índice teve alta de 1,47%. “É necessário que o governo resolva de uma vez por todas essa questão da desoneração da cesta básica para que possamos dar uma satisfação ao trabalhador e ele não tenha o poder de compra afetado”, ressaltou Paxiúba.

Conforme destacou o tucano, o reajuste do salário mínimo não foi suficiente para cobrir a defasagem da alta dos preços. “A chegada da inflação de forma bastante contundente e preocupante faz com que o poder de compra do trabalhador brasileiro fique ainda mais prejudicado”, destacou.

A Constituição estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. De acordo com estimativa do Dieese, o valor necessário em fevereiro deveria ser R$ 2.743,69, ou seja, 4,05 vezes o mínimo em vigor, de R$ 678,00.

Do Portal do PSDB na Câmara

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