Filie-se
PSDB – Tucanafro
PSDB – Tucanafro

No dia da Independência da Bahia, Luislinda enaltece força do povo baiano

2 de julho de 2016
Email Share
No dia da Independência da Bahia, Luislinda enaltece força do povo baiano

Arte Tucanafro.

Neste sábado (2), os baianos comemoram o dia da Independência do Brasil, data que, em 1823, contribuiu para a consolidação da libertação do Brasil do jugo da coroa portuguesa.

Historiadores explicam que simbolismo da data é uma construção de muitos e muitos anos no imaginário popular com a presença de heróis. Após a guerra, a Bahia saiu muito pobre, porque por um grande período ficou impossibilitada de prosseguir com o seu comércio, enquanto gastava recursos para formar tropas e apoiar o exército que chegaria ao Rio de Janeiro.

Até hoje, a tradição dos baianos festejarem a data com o cortejo que reproduz o mesmo trajeto que a tropa libertadora brasileira fez ao entrar na Cidade de Salvador, em 1823, conquistando-a da tropa portuguesa com os símbolos das lutas o caboclo e a cabocla, que representam o povo brasileiro. O cortejo se tornou uma manifestação popular ao longo dos anos e, em 2006, foi oficialmente reconhecido pelo Estado, através do do IPAC, como um Patrimônio Cultural Imaterial da Bahia.

Para a baiana Luislinda Valois, Secretária Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a data é importante não apenas para as pessoas do Estado, mas para todos brasileiros. “Esta luta travada ali, há 193 anos, teve um papel fundamental na consolidação da independência do Brasil. A guerra da Bahia contou com a força e o heroísmo do povo baiano, que lutou bravamente, com a adesão dos índios e negros, para garantir o pleno domínio sobre o território nacional contra as tropas portuguesas,” comenta.

Luislinda ainda diz que a data deve ser sim de festa, mas também de reflexão  sobre a importância que a Bahia teve e continua tendo na história atual do Brasil. “Que a nossa solidariedade, nossa coragem e determinação nos motive a continuar lutando por um Brasil mais justo e livre do genocídio de jovens negros, do preconceito racial, da intolerância religiosa e das desigualdades sociais,” afirmou.

 

Compartilhe!

Ad